Tokenização: você sabe o que é?

Tok… o quê? Entenda um pouco mais sobre o que é a tokenização e como é importante para o crédito de carbono.

Token é uma palavra do inglês que significa “símbolo”. Também pode ser traduzida como
“ficha” ou “ticket”. Só que, diferente deste último, ainda não é um termo estrangeiro familiar. Mas está ficando – e, por isso, você larga na frente ao conhecê-lo melhor.

É um termo usado em diferentes áreas, mas aqui estamos focando no token como o recurso que tem permitido maior segurança nas operações financeiras no mundo todo.

Você já cruzou com um token ao baixar o aplicativo do seu banco. Quando começamos a digitalizar as transações, há alguns anos, recebemos um aparelhinho que gerava números a serem digitados quando fazíamos um pagamento ou uma transferência pela internet. 

Esses números são combinações únicas, não se repetem – e você não precisa ser um expert para entender essa lógica, as intermináveis aulas de análise combinatória na escola já deram uma ideia. Agora, os tokens já vêm embutidos nos aplicativos dos bancos e fintechs, é automático.

Nesse mesmo raciocínio, o token é usado para dar segurança em qualquer operação que transaciona algum ativo. Em uma explicação bem simples, ele é gerado a partir de códigos únicos e criptografados. 

Mas onde fica essa “fábrica” de tokens?

A geração de cada token ocorre em uma cadeia denominada blockchain, uma rede gigantesca de milhares de computadores espalhados pelo mundo, que verificam em alta velocidade cada novo código gerado para uma transação ou um registro de dados, por exemplo, e ratificam esse código, transformando-o em token. Assim, cada combinação é “lacrada”, impossibilitando que o token seja violado ou atrelado a outra operação.

Por ser uma verificação descentralizada e em escala, é o sistema mais seguro já criado até hoje para certificação de transações.

E o que isso tem a ver com o crédito de carbono?

Cada crédito equivale à mitigação de 1 tonelada de CO2. Isso ocorre através de diversas formas, como projetos de preservação e conservação de biomas, que acabam mitigando a produção de CO2 e outros gases de efeito estufa por indústrias, transportes, agropecuária, enfim, pela ação humana. A cada 1 tonelada de CO2 compensados, determinado projeto ou iniciativa de pessoa física geram um crédito, que vai para um mercado mundial em operação há mais de 10 anos, com certificações e regulações de padrão internacional.

Empresas e governos, que precisam compensar os gases de efeito estufa que geram, adquirem créditos de carbono, e os projetos de preservação e conservação se monetizam para seguirem mantendo as florestas em pé, os cursos d’água limpos, a biodiversidade intacta. E assim o sistema se retroalimenta.

Para acelerar esse mercado, gerar mais recursos para projetos de sustentabilidade ambiental e estruturar as transações de um ativo dolarizado e com demanda crescente (o crédito de carbono, no Brasil, custava R$ 40 em março de 2020 e foi para R$ 86,54 em agosto) – e torná-lo um mercado acessível para qualquer empresa e você também -, a MOSS criou o primeiro crédito de carbono tokenizado do mundo.

Agora que você já sabe o que é um token, ficou fácil: cada crédito de carbono tem um token que o torna inviolável e de uso único. Ou seja, os créditos de carbono comprados por você são 100% seguros e exclusivos.

A tokenização garante essa segurança. Eles ficarão na sua carteira e podem ser transacionados conforme você quiser. Além disso, os créditos de carbono na MOSS estão listados na exchanges, como a FlowBTC e o Mercado Bitcoin, plataformas que transacionam digital assets. 

A MOSS opera com créditos de carbono gerados por projetos parceiros que combatem o desmatamento da Amazônia, em áreas maiores que o estado de São Paulo. 

Para MOSS, a tokenização é uma turbinada para atingir um grandes propósito: canalizar dinheiro para a preservar a natureza, para proteger o planeta e reverter o processo de destruição que o consome a cada dia. Você não pode deixar de conhecer um pouco mais da MOSS através do nosso site e blog.

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