Com o MCO2, a MOSS faz parte do Celo Alliance for Prosperity

Com o MCO2 a empresa  se junta a organizações com o objetivo de promover o impacto social e a inclusão financeira através da tecnologia blockchain.

A Moss faz parte do time da Celo Alliance for Prosperity, que é um ecossistema de organizações que tem o objetivo de promover o impacto social e a inclusão financeira por meio do uso da tecnologia blockchain.

Em janeiro deste ano, a Forbes Brasil divulgou a notícia sobre esse passo dado pela startup brasileira. A iniciativa foi lançada em março de 2020 pela Celo Foundation e tem como objetivo construir um sistema monetário aberto e que crie condições de prosperidade para todos os envolvidos. 

Como membro, a MOSS vai expandir o uso do MCO2, seu token lastreado em créditos de carbono, ao mesmo tempo em que pretende, no futuro, garantir a usabilidade de stablecoins Celo. “Temos uma visão parecida de tornar os ativos digitais mais acessíveis. Por isso, estamos entusiasmados em apoiar e trabalhar com a entidade para estimular o crescimento sustentável”, diz Luis Adaime, CEO e fundador da MOSS.

A MOSS através do crédito de carbono e da tecnologia blockchain permite que qualquer pessoa possa ter um ativo digital verde, que é o MCO2. A ideia é democratizar a possibilidade de contribuir para ajudar a salvar o planeta de forma precisa e ter o seu token disponível em carteira digital.

Em entrevista à Forbes, Chuck Kimble, head da Celo Alliance for Prosperity, explicou que o objetivo da instituição é apoiar moedas lastreadas em capital natural com o objetivo de criar mudanças positivas e significativas no mundo. “A MOSS criou um token que preserva a selva amazônica e sua missão está alinhada com a nossa proposta.”

 

O QUE É CRÉDITO DE CARBONO?

O crédito de carbono é um certificado que comprova que uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) deixou de ser emitida para a atmosfera. Ao comprar esses créditos, você está incentivando projetos que visam capturar o excesso de dióxido de carbono, reduzindo assim o efeito estufa e o aquecimento global. Dentro do mercado de crédito de carbono, a MOSS se destaca como a maior plataforma ambiental do mundo que disponibiliza esse serviço.

PORQUÊ E QUANDO FOI CRIADO O CRÉDITO DE CARBONO?

Apesar de o efeito estufa ser um fenômeno natural, ao longo dos anos e, em especial, desde a Revolução Industrial, a emissão de gases estufa decorrentes da ação humana vem crescendo vertiginosamente, aumentando a temperatura terrestre e gerando o fenômeno conhecido como aquecimento global.

Visando atenuar a emissão dos gases estufa e suas consequências, países do mundo inteiro começaram a se reunir em convenções sobre o clima, em especial a partir da ECO 92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento), onde houve o reconhecimento oficial de que o aquecimento global é fruto direto das ações humanas.

Em 1997, a partir do Protocolo de Kyoto, foi criado o crédito de carbono. O objetivo da criação desse crédito é ter um mecanismo que possa compensar a emissão desses gases. Ao comprar um crédito de carbono, você comprova que uma tonelada dióxido de carbono (CO2) deixou de ser emitida para a atmosfera. E como isso é feito? Através de iniciativas que visam a preservação de florestas, o manejo sustentável, a conservação da biodiversidade local e a captura do excesso de dióxido de carbono presente na atmosfera.

QUE INICIATIVAS SÃO FINANCIADAS PELA COMPRA DE CRÉDITOS DE CARBONO?

Através de processos que envolvem visitas, entrevistas, conferência de documentação, investigação e avaliação técnica dos riscos, a MOSS escolheu 20 dos 200 melhores projetos do Brasil, que tem como função a captura do excesso de gases estufa da atmosfera. São essas iniciativas que são financiadas através dos créditos de carbono que você vai comprar com a gente. 

A MOSS está ajudando a salvar o planeta com o MCO2 Token. Em um pouco mais de um ano, foram enviados cerca de 13 milhões de dólares para projetos que trabalham na preservação do meio ambiente. Alguns deles já foram detalhados aqui no blog como: o Projeto Agrocortex, uma das maiores iniciativas de exploração florestal sustentável do país, focado na produção madeireira a longo prazo; a Fazenda Fortaleza Ituxi, com foco no manejo sustentável para redução das emissões de dióxido de carbono; e o Amazon REED+IFM, que tem como objetivo a conservação de mais de 20 mil hectares de floresta no Amazonas.

Fonte: Forbes Brasil

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