Entenda como compensar criptomoedas como o Bitcoin

Bitcoin Moss

Após o empresário Elon Musk criticar o custo ambiental do Bitcoin, a criptomoeda sofreu uma desvalorização histórica. Saiba como compensar esse dano ao meio ambiente com a MOSS

No último dia 12 de maio, o empresário Elon Musk anunciou que a Tesla, uma de suas empresas, não aceitaria mais o Bitcoin como forma de pagamento de seus veículos. Em seu Twitter, o empresário publicou:

“A Tesla suspendeu as compras de veículos usando Bitcoin. Estamos preocupados com o rápido aumento do uso de combustíveis fósseis para mineração e transações de Bitcoins, especialmente carvão, que tem as piores emissões dentre quaisquer combustíveis.

A criptomoeda é uma boa ideia em muitos níveis e acreditamos que seu futuro é promissor, mas isso não pode ter um grande custo para o meio ambiente.

A Tesla não venderá nenhum Bitcoin e pretendemos usá-lo para transações assim que a mineração fizer a transição para uma energia mais sustentável. Também analisamos outras criptomoedas que usam menos de 1% da energia / transação do Bitcoin.”

O resultado foi imediato: a criptomoeda sofreu uma desvalorização de 12% em um intervalo de apenas 24 horas, sua segunda maior queda, em números absolutos, da história. E o que temos a ver com isso? Bom, nós temos a solução para os receios de Elon.

O BITCOIN E O SEU CUSTO AMBIENTAL

O custo ambiental do Bitcoin não está em seu processo de compra e venda e sim no processo de mineração, que consome uma grande quantidade de energia em troca de garantir o funcionamento da blockchain e a segurança de suas transações.

A ideia é que participantes da rede ajudem a mantê-la segura e funcionando e, por isso, sejam recompensados financeiramente por meio da emissão de novos Bitcoins. Como a mineração consome uma grande quantidade de energia, a busca desses usuários (sejam empresas ou pessoas físicas) por uma energia barata e, muitas vezes, danosa ao meio ambiente, aumenta a cada dia. Consequentemente, esse processo torna-se cada vez mais prejudicial ao Planeta Terra.

COMO PODEMOS SOLUCIONAR ESSE PROBLEMA?

Uma opção para compensar as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera é a compra de créditos de carbono. Nesse caso, a cada Bitcoin comprado, você pode compensar suas emissões adquirindo dois créditos de carbono com a MOSS. A aquisição do MCO2 Token, o crédito de carbono da MOSS, já repercutiu e foi citada por Fabrício Tota, diretor do Mercado Bitcon, em reportagem da CNN Brasil. (clique aqui para ler a matéria). 

É bom lembrar que todos nós, todos os dias, somos responsáveis direta ou indiretamente pela emissão de gases estufa para a atmosfera, o que é conhecido como pegada de carbono. Você pode ler mais sobre esse assunto aqui no blog e também calcular a sua própria pegada clicando neste link. Logo, todos nós, compradores ou não de Bitcoin, devemos fazer essa compensação.

CONHEÇA O CRÉDITO DE CARBONO DA MOSS: O MCO2 TOKEN

Com origem em projetos de conservação florestal, o MCO2 Token pode neutralizar toneladas de dióxido de carbono. A cada crédito comprado significa que uma tonelada de carbono equivalente deixou de ser emitida para a atmosfera. Para conhecer mais sobre esses projetos, clique aqui.

Ao colocar créditos de carbono em tokens, a MOSS tornou o mercado mais seguro, democrático e dinâmico. Em carteira digitais, o crédito de carbono deixou de ser somente um gasto para virar um ativo, que pode ser vendido em bolsas internacionais. A colocação das carteiras digitais em blockchain também aumentou a segurança do processo e deu maior transparência às transações.

Dentro do mercado de crédito de carbono, a MOSS se destaca como a maior plataforma ambiental do mundo. Em menos de um ano, o MCO2 Token valorizou 700% e foi responsável por enviar mais de US$ 13 milhões para a preservação de 780 mil árvores na Floresta Amazônica.

Não perca tempo, clique aqui para adquirir seus créditos e ajude a salvar o Planeta Terra!

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