Confie e conheça a MOSS

Saiba um pouco mais para que você confie e conheça a MOSS, e porquê nos tornamos a maior plataforma de crédito de carbono do mundo. 

No último ano a MOSS nasceu com a proposta de somar na luta contra os impactos do meio ambiente. Através do crédito de carbono, a MOSS usou da tecnologia blockchain para criar o MCO2 Token, com o objetivo de possibilitar que todo mundo pudesse ter um ativo digital, seguro, perene e dolarizado. 

Com o crescimento, os resultados foram aparecendo e somente em seu primeiro ano de existência a MOSS e seus clientes conseguiram enviar para a Amazônia mais de 13 milhões de dólares, valor destinado a projetos que trabalham na preservação da nossa floresta. 

Somos uma empresa que está atenta para garantir que seus clientes estejam por dentro de tudo que tem sido feito. Nas redes sociais, no nosso site e blog temos trabalhado para debater sobre todas as dúvidas que possam surgir. Foi pensando nisso que montamos alguns tópicos para explicar um pouco mais sobre a MOSS.

Afinal, o que são créditos de carbono?

Um crédito de carbono é um certificado digital que prova que uma empresa ou um projeto ambiental (projetos de conservação de florestas, reflorestamento de áreas devastadas, energia limpa, biomassa, etc) evitou a emissão (poluição) de 1 tonelada de CO2 (dióxido de carbono) em um determinado ano. Ou seja, os créditos de carbono são ativos imateriais.

Como comprar e compensar créditos de carbono com a MOSS?

A redução das emissões de gases de efeito estufa ajuda a preservar o planeta, o que faz dos créditos de carbono MOSS a oportunidade de uma vida. A plataforma MOSS é um espaço virtual fácil de usar para você comprar, armazenar e compensar seus créditos de carbono. É rápido, simples e seguro. A MOSS vende créditos de carbono a indivíduos e empresas em uma plataforma 100% digital.

Quem faz parte da MOSS?

Luis Felipe Adaime, o CEO da MOSS, é ex-gerente de portfólio e sócio de ações da Latam, comprando apenas fundos na Newfoundland Capital Management. Também foi Diretor Executivo da York Capital Management e ex-VP do Credit Suisse. Além de sua vasta experiência no mercado, tem em sua formação acadêmica instituições renomadas mundialmente como Phillips Academy e Stanford University nos Estados Unidos. 

  • Contamos com um time consagrado de acionistas, entre eles: 

Fábio Feldmann advogado, ambientalista e um dos fundadores da Fundação SOS Mata Atlântica;

A Moss, plataforma de créditos de carbono, levantou US$ 1,8 milhão em operação liderada pela gestora de venture capital The Craftory e que atraiu outros investidores e nomes como o publicitário Nizan Guanaes.

Nizan Guanaes, empresário e grande publicitário, sócio e cofundador do Grupo ABC de Comunicação, holding que reúne 18 empresas nas áreas de publicidade, marketing, conteúdo e entretenimento.

Por que confiar na MOSS? 

  • Somos uma empresa auditada tributariamente pela Delloite que tem mais de 176 anos de confiabilidade no mercado internacional, com mais de 700 escritórios espalhados pelo mundo. 
  • Temos o selo B Corp, que é o mais valorizado em termos de governança corporativa. 
  • Estamos listamos no Mercado Bitcoin, que é a maior Plataforma de Criptomoedas e Ativos Digitais da América Latina.
  • Fazemos parte do Celo Alliance for Prosperity, um ecossistema de organizações que tem o objetivo de promover o impacto social e a inclusão financeira por meio do uso da tecnologia blockchain.

Você pode fazer parte do nosso time, com apenas um clique. Para saber um pouco mais sobre nossos conteúdos, você pode acessar o nosso blog e ficar por dentro de tudo, além de entender como através do crédito de carbono a MOSS está colaborando com projetos que trabalham para salvar o planeta.

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Com o MCO2, a MOSS faz parte do Celo Alliance for Prosperity

Com o MCO2 a empresa  se junta a organizações com o objetivo de promover o impacto social e a inclusão financeira através da tecnologia blockchain.

A Moss faz parte do time da Celo Alliance for Prosperity, que é um ecossistema de organizações que tem o objetivo de promover o impacto social e a inclusão financeira por meio do uso da tecnologia blockchain.

Em janeiro deste ano, a Forbes Brasil divulgou a notícia sobre esse passo dado pela startup brasileira. A iniciativa foi lançada em março de 2020 pela Celo Foundation e tem como objetivo construir um sistema monetário aberto e que crie condições de prosperidade para todos os envolvidos. 

Como membro, a MOSS vai expandir o uso do MCO2, seu token lastreado em créditos de carbono, ao mesmo tempo em que pretende, no futuro, garantir a usabilidade de stablecoins Celo. “Temos uma visão parecida de tornar os ativos digitais mais acessíveis. Por isso, estamos entusiasmados em apoiar e trabalhar com a entidade para estimular o crescimento sustentável”, diz Luis Adaime, CEO e fundador da MOSS.

A MOSS através do crédito de carbono e da tecnologia blockchain permite que qualquer pessoa possa ter um ativo digital verde, que é o MCO2. A ideia é democratizar a possibilidade de contribuir para ajudar a salvar o planeta de forma precisa e ter o seu token disponível em carteira digital.

Em entrevista à Forbes, Chuck Kimble, head da Celo Alliance for Prosperity, explicou que o objetivo da instituição é apoiar moedas lastreadas em capital natural com o objetivo de criar mudanças positivas e significativas no mundo. “A MOSS criou um token que preserva a selva amazônica e sua missão está alinhada com a nossa proposta.”

 

O QUE É CRÉDITO DE CARBONO?

O crédito de carbono é um certificado que comprova que uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) deixou de ser emitida para a atmosfera. Ao comprar esses créditos, você está incentivando projetos que visam capturar o excesso de dióxido de carbono, reduzindo assim o efeito estufa e o aquecimento global. Dentro do mercado de crédito de carbono, a MOSS se destaca como a maior plataforma ambiental do mundo que disponibiliza esse serviço.

PORQUÊ E QUANDO FOI CRIADO O CRÉDITO DE CARBONO?

Apesar de o efeito estufa ser um fenômeno natural, ao longo dos anos e, em especial, desde a Revolução Industrial, a emissão de gases estufa decorrentes da ação humana vem crescendo vertiginosamente, aumentando a temperatura terrestre e gerando o fenômeno conhecido como aquecimento global.

Visando atenuar a emissão dos gases estufa e suas consequências, países do mundo inteiro começaram a se reunir em convenções sobre o clima, em especial a partir da ECO 92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento), onde houve o reconhecimento oficial de que o aquecimento global é fruto direto das ações humanas.

Em 1997, a partir do Protocolo de Kyoto, foi criado o crédito de carbono. O objetivo da criação desse crédito é ter um mecanismo que possa compensar a emissão desses gases. Ao comprar um crédito de carbono, você comprova que uma tonelada dióxido de carbono (CO2) deixou de ser emitida para a atmosfera. E como isso é feito? Através de iniciativas que visam a preservação de florestas, o manejo sustentável, a conservação da biodiversidade local e a captura do excesso de dióxido de carbono presente na atmosfera.

QUE INICIATIVAS SÃO FINANCIADAS PELA COMPRA DE CRÉDITOS DE CARBONO?

Através de processos que envolvem visitas, entrevistas, conferência de documentação, investigação e avaliação técnica dos riscos, a MOSS escolheu 20 dos 200 melhores projetos do Brasil, que tem como função a captura do excesso de gases estufa da atmosfera. São essas iniciativas que são financiadas através dos créditos de carbono que você vai comprar com a gente. 

A MOSS está ajudando a salvar o planeta com o MCO2 Token. Em um pouco mais de um ano, foram enviados cerca de 13 milhões de dólares para projetos que trabalham na preservação do meio ambiente. Alguns deles já foram detalhados aqui no blog como: o Projeto Agrocortex, uma das maiores iniciativas de exploração florestal sustentável do país, focado na produção madeireira a longo prazo; a Fazenda Fortaleza Ituxi, com foco no manejo sustentável para redução das emissões de dióxido de carbono; e o Amazon REED+IFM, que tem como objetivo a conservação de mais de 20 mil hectares de floresta no Amazonas.

Fonte: Forbes Brasil

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A MOSS é a nova patrocinadora oficial do Flamengo

O patrocínio será de 3,5 milhões e conta com a presença nas mídias digitais, nos meiões e no ônibus do time

A temporada 2021 de futebol brasileiro acabou de começar e o Clube de Regatas do Flamengo, time carioca, acaba de fechar um patrocínio que vai gerar um grande impacto na saúde do nosso planeta. A MOSS e o Flamengo se juntaram para transformar o maior clube do Brasil no “primeiro time carbono neutro do mundo”.

O que isso significa? O Flamengo neutralizará os impactos negativos ao meio ambiente através do crédito de carbono. Em entrevista ao Canal Paparazzo Rubro Negro, o CEO da MOSS, Luis Adaime contou um pouco sobre a importância desse momento.

“A MOSS tem como missão combater as mudanças climáticas e trazer essa informação para a atenção de todos. Por isso nós escolhemos o Flamengo, por ser o time mais popular do Brasil e do mundo, a gente sabia que ao patrocinar o clube, pelo menos o assunto a gente colocaria em foco. É importantíssimo que todos nós saibamos o que é crédito de carbono e que o mundo está com uma situação muito delicada.” conta o fundador da MOSS. Confira a entrevista completa:

A temática sobre o aquecimento global é urgente e diversas alternativas já estão trabalhando para reduzir ao máximo esses impactos negativos que estão sendo causados ao nosso planeta. E sobre esses impactos, o CEO da MOSS explicou sobre o porquê de se preocupar:

“A gente polui hoje em dia 55 bilhões de toneladas por ano de CO2, se a gente continuar a fazer isso o cenário para 2050 é horroroso. A gente tá falando da zona tropical do mundo ser inabitável, cidades como o Rio de Janeiro podem estar debaixo d’água e a produção de comida no mundo vai cair pela metade, por consequência do aumento no calor e da seca” desabafa. 

Sobre a MOSS

A MOSS tem trabalhado para que o crédito de carbono se torne ainda mais acessível para todos. Agora, junto com o Flamengo, a expectativa é que o assunto se torne uma pauta nacional, debatida de forma mais frequente e que esses impactos sejam reduzidos de forma drástica. 

“O trabalho da MOSS é para evitar esse cenário horroroso. Somente no ano passado nós enviamos cerca de 70 milhões de reais diretamente para Amazônia, ou seja, o impacto nessas regiões e nas comunidades ribeirinhas é imenso. Foi então que a gente pensou que a gente precisava divulgar isso entendendo que as pessoas precisam saber que quando elas compram o crédito de carbono, não é um gasto. Você está comprando um bem que pode se valorizar e o dinheiro está indo para o pessoal que está conservando a nossa floresta.” finaliza Luis Adaime.

Para alegria da torcida do Flamengo, em vídeo publicado nas redes da MOSS, o maior jogador da história do time, Arthur Antunes Coimbra, mais conhecido como Zico, disse: “Fiquei muito feliz em saber que a MOSS patrocinará o nosso Flamengo. Estou enviando um forte abraço à Nação Rubro Negra”.

A MOSS através do crédito de carbono está ajudando a salvar o planeta. Em um pouco mais de 1 ano, foram enviados cerca de 13 milhões de dólares para projetos que trabalham na preservação do meio ambiente. Você pode conhecer esses projetos dentro do nosso blog, como Fazenda Ituxi, Agrocortex e Amazon Rio

Ficou com alguma dúvida e quer conhecer um pouco mais sobre como o crédito de carbono tem ajudado a salvar a Amazônia, não se preocupe, no nosso site você conseguirá conhecer mais sobre a MOSS, além de poder conhecer o nosso blog, onde há uma vasta produção de conteúdos com o intuito de tirar todas as dúvidas.  

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ESG: O que é? Qual a importância dele nas empresas?

Por que as empresas estão cada vez mais preocupadas com questões ambientais, sociais e de governança? Entenda melhor sobre ESG e veja alguns exemplos práticos. 

Você conhece o termo ESG? Esse conceito não é algo novo, mas somente a partir de 2003 que essas ideias começaram a ser difundidas entre as empresas. Em inglês, a sigla significa Environmental, Social and Governance que em tradução livre seria Ambiental, Social e Governança. Essas três métricas são utilizadas por gestores de recursos financeiros para tomadas de decisões de investimento.

O ESG sintetiza critérios de conduta das organizações, em áreas cada vez mais importantes para a sociedade: ambiental, social e de governança. Se antes esse tema ficava restrito a uma pequena parte de pessoas, hoje, empresas de grande capital estão considerando esses fatores antes de fazer investimentos. 

Qual o propósito do ESG? 

Nos anos 2000, as grandes instituições começaram a perceber que não bastava procurar incessantemente pelo lucro, se, em contrapartida, houvesse prejuízos, como acidentes ambientais e o aquecimento global. Assim, em 2003, as maiores gestoras de fundos de pensões do mundo, Aberdeen e Fidelity, se reuniram e assinaram um protocolo com vários princípios. O “principles for responsible investment” ou “princípios de investimento responsável” é um acordo em que essas empresas se comprometem, voluntariamente, a criar uma associação sob contribuição da ONU para criar métricas de análise de ESG. 

Nesse caso, cada empresa se compromete a tentar implementar as métricas ambientais, sociais e de governança nos seus investimentos. Essas ações têm se mostrado eficientes, principalmente, desde a crise de 2008/2009, quando ao fazer esse tipo de análise, os gestores de ativos conseguiram evitar grandes riscos de perdas para suas carteiras. Ao longo do tempo, se estabelece uma boa relação risco-retorno, que é o objetivo de todo gestor: maximizar o retorno e minimizar os riscos.

Quais são as métricas do ESG? 

Para você entender melhor, confira o que significa cada sigla na prática.

  • Environmental 

O E de Environmental (questão ambiental) é a análise da empresa a fim de mitigar seus impactos no meio ambiente. Mas, por que isso é tão importante? Ao analisar os riscos ambientais de uma empresa, os gestores conseguem evitar ou diminuir multas e acidentes ambientais que levam a um custo enorme. Uma petroleira, por exemplo, deve ter seguro para casos de derramamento de petróleo; uma mineradora, deve pensar em ações sustentáveis depois de abrir buracos para a exploração, no meio da floresta.

Um exemplo bastante conhecido é o da British Petroleum, a BP, que aconteceu em 2010 e causou um dos maiores derramamentos de petróleo na história, quando uma tubulação estourou no fundo do Golfo do México. Além dos sérios danos para a população da região, até hoje há impactos ambientais gravíssimos na fauna e flora locais. Como você deve imaginar, a empresa pagou bilhões de dólares em multas. Nesse cenário, um investidor da British Petroleum teve, indiretamente, um enorme custo, pois a organização não se preocupou em analisar e diminuir os riscos ambientais de maneira correta para evitar o acidente.

Outro ponto da questão ambiental é o inventário das empresas referente às emissões de CO2 ou CO2 equivalente, que são os gases do efeito estufa. Ao calcular esse inventário, os investidores conseguem monitorar se os números estão aumentando ou diminuindo. Isso é necessário, pois o mundo todo já está se regulando. Atualmente, 70% do PIB global já é regulado, ou seja, é questão de tempo para que países como o Brasil, que ainda não possuem regulamentação, tenham que atender a essas regras. 

  • Social 

O S traz o ponto de vista social. Um grande exemplo disso são as marcas de fast fashion ou de calçados. Ao longo dos anos, várias notícias surgiram sobre marcas famosas que tinham atividades no sudeste asiático não-reguladas. Essas empresas terceirizavam a mão de obra de moradores locais, com trabalho análogo à escravidão, chegando a pagar 1 dólar por 18 horas de serviço. 

Além de ter um custo social enorme à região, atrasando o desenvolvimento e fomentando a pobreza, há também um custo de reputação para as empresas, pois as pessoas não querem apoiar marcas que exploram pessoas. Então, do ponto de vista de investimentos, há um dano financeiro pelo dano à imagem da marca, bem como as multas locais. Então, o analista ESG deve calcular os riscos ambientais, os riscos sociais e, por fim, a governança. Nesse último caso, o Brasil não se destaca positivamente.  

  • Governança

O G aborda o risco de governança. Esses riscos têm relação com o tratamento do investidor minoritário. Ele envolve aspectos que dizem respeito a todos os stakeholders ou participantes da empresa. Nesse caso, entram as questões dos direitos dos controladores em relação aos direitos dos acionistas ou investidores, credores minoritários.

Se o controlador está se beneficiando às custas dos seus sócios minoritários, algo está errado. Por exemplo, duas empresas brasileiras, uma de siderurgia e outra de papel e celulose, no passado, cobravam royalties da empresa pelo uso do seu nome. Mas isso é ilegal, não se pode forçar os sócios minoritários a pagarem pelo uso do nome da empresa. 

Além disso, há casos de organizações que colocam despesas pessoais como se fossem da empresa, sem abrir essas informações para os investidores. Não faz o menor sentido que sócios minoritários paguem por gastos particulares de controladores Todas essas ações devem ser verificadas pelo analista, ao avaliar a governança de uma empresa. 

Qual a importância da ESG nas empresas? 

Podemos dizer que o ESG trata de diversos fatores, cada um deles tendo mais afinidade com uma dessas definições. Atualmente, fica claro perceber que na composição de gerência das empresas brasileiras é formada em sua maioria são homens, brancos e com idade acima de 60 anos. O ESG também deve promover os direitos e a igualdade. É necessário que existam mais mulheres, gays, negros e pessoas com deficiência entre os pessoas de decisão, stakeholders, colaboradores e clientes de uma empresa. 

Quando o ESG não é feito, há perdas enormes. Podemos citar dois exemplos, o da Sadia e Aracruz. Como na época não houve transparência em seus contratos, e os investidores não puderam conhecer as informações para tomar suas decisões, as empresas baixavam o seu custo financeiro, ao tomar posições em derivativos de câmbio que assumiam que o dólar sempre depreciaria em relação ao real.

Em 2008, o dólar foi de R$ 1,70 para R$2,60 e essas empresas tiveram perdas enormes. Para tentar reverter, foi preciso fazer fusões. Se os investidores ESG tivessem acesso aos balanços, poderiam fazer a análise de gestão e do perfil de risco e evitar a quebra das empresas. 

Outro exemplo da importância da análise ESG é o caso da empresa Vale. Depois do desastre de Mariana, muitos investidores evitam o setor de mineração por acreditarem que a empresa não tenha feito o suficiente para mitigar os riscos. Portanto, a análise ESG não avalia apenas o lucro, mas também os riscos que essa empresa corre. 

O que o ESG tem a ver com o crédito de carbono e com a MOSS? 

Todos esses pilares são igualmente importantes, porém, podemos dizer que o pilar ambiental é o menos difundido. Isso ocorre pois ele é mais difícil de ser mensurado e ainda não há essa conscientização no Brasil. As pessoas ainda não entenderam ou não sabem da importância de compensar crédito de carbono, da necessidade das organizações diminuírem o número de emissões de gases de efeito estufa e, consequentemente, não cobram isso das empresas. 

A questão da emissão de CO2 e o aquecimento global é uma das agendas ambientais mais importantes, pois é preciso criar ações efetivas neste momento para combater as mudanças climáticas. 

A MOSS tem o papel fundamental de fomentar o ESG e dar apoio aos investidores em suas métricas e análises. Nós auxiliamos o cálculo de empresas menores e pessoas físicas que estão calculando sua pegada de carbono, e estamos democratizando e diminuindo ao máximo o custo de transação para compra e compensação de crédito de carbono. 

Quando as organizações percebem que é estratégico pautar e analisar suas ações com base nas premissas da ESG, elas começam a se preocupar agora com a compensação, pois no futuro, certamente, esse custo vai ser muito mais alto do que é hoje. A MOSS tem essa solução, principalmente, para desenvolver o pilar ambiental de maneira robusta e acessível, já que na América Latina e no Brasil essas ações são pouco conhecidas. 

O trabalho da MOSS é mitigar o impacto ambiental por meio do desenvolvimento de uma plataforma de negociação de créditos de carbono. Assim fica cada vez mais fácil reduzir os custos de transação e trazer a pauta de compensação de emissão de carbono para a rotina dos brasileiros e, especialmente, das empresas. Para compensar a sua pegada de carbono ou de sua empresa, acesse o nosso site. 

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Tokenização: você sabe o que é?

Tok… o quê? Entenda um pouco mais sobre o que é a tokenização e como é importante para o crédito de carbono.

Token é uma palavra do inglês que significa “símbolo”. Também pode ser traduzida como
“ficha” ou “ticket”. Só que, diferente deste último, ainda não é um termo estrangeiro familiar. Mas está ficando – e, por isso, você larga na frente ao conhecê-lo melhor.

É um termo usado em diferentes áreas, mas aqui estamos focando no token como o recurso que tem permitido maior segurança nas operações financeiras no mundo todo.

Você já cruzou com um token ao baixar o aplicativo do seu banco. Quando começamos a digitalizar as transações, há alguns anos, recebemos um aparelhinho que gerava números a serem digitados quando fazíamos um pagamento ou uma transferência pela internet. 

Esses números são combinações únicas, não se repetem – e você não precisa ser um expert para entender essa lógica, as intermináveis aulas de análise combinatória na escola já deram uma ideia. Agora, os tokens já vêm embutidos nos aplicativos dos bancos e fintechs, é automático.

Nesse mesmo raciocínio, o token é usado para dar segurança em qualquer operação que transaciona algum ativo. Em uma explicação bem simples, ele é gerado a partir de códigos únicos e criptografados. 

Mas onde fica essa “fábrica” de tokens?

A geração de cada token ocorre em uma cadeia denominada blockchain, uma rede gigantesca de milhares de computadores espalhados pelo mundo, que verificam em alta velocidade cada novo código gerado para uma transação ou um registro de dados, por exemplo, e ratificam esse código, transformando-o em token. Assim, cada combinação é “lacrada”, impossibilitando que o token seja violado ou atrelado a outra operação.

Por ser uma verificação descentralizada e em escala, é o sistema mais seguro já criado até hoje para certificação de transações.

E o que isso tem a ver com o crédito de carbono?

Cada crédito equivale à mitigação de 1 tonelada de CO2. Isso ocorre através de diversas formas, como projetos de preservação e conservação de biomas, que acabam mitigando a produção de CO2 e outros gases de efeito estufa por indústrias, transportes, agropecuária, enfim, pela ação humana. A cada 1 tonelada de CO2 compensados, determinado projeto ou iniciativa de pessoa física geram um crédito, que vai para um mercado mundial em operação há mais de 10 anos, com certificações e regulações de padrão internacional.

Empresas e governos, que precisam compensar os gases de efeito estufa que geram, adquirem créditos de carbono, e os projetos de preservação e conservação se monetizam para seguirem mantendo as florestas em pé, os cursos d’água limpos, a biodiversidade intacta. E assim o sistema se retroalimenta.

Para acelerar esse mercado, gerar mais recursos para projetos de sustentabilidade ambiental e estruturar as transações de um ativo dolarizado e com demanda crescente (o crédito de carbono, no Brasil, custava R$ 40 em março de 2020 e foi para R$ 86,54 em agosto) – e torná-lo um mercado acessível para qualquer empresa e você também -, a MOSS criou o primeiro crédito de carbono tokenizado do mundo.

Agora que você já sabe o que é um token, ficou fácil: cada crédito de carbono tem um token que o torna inviolável e de uso único. Ou seja, os créditos de carbono comprados por você são 100% seguros e exclusivos.

A tokenização garante essa segurança. Eles ficarão na sua carteira e podem ser transacionados conforme você quiser. Além disso, os créditos de carbono na MOSS estão listados na exchanges, como a FlowBTC e o Mercado Bitcoin, plataformas que transacionam digital assets. 

A MOSS opera com créditos de carbono gerados por projetos parceiros que combatem o desmatamento da Amazônia, em áreas maiores que o estado de São Paulo. 

Para MOSS, a tokenização é uma turbinada para atingir um grandes propósito: canalizar dinheiro para a preservar a natureza, para proteger o planeta e reverter o processo de destruição que o consome a cada dia. Você não pode deixar de conhecer um pouco mais da MOSS através do nosso site e blog.

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A minha rotina impacta negativamente o planeta?

Quais são as atividades do cotidiano que influenciam diretamente na sua pegada de carbono e como isso impacta o nosso planeta.

A vida de todo mundo é bem corrida. Se você parar para observar as atividades que você pratica desde a hora que levanta da cama até retornar para ela, certamente você vai se surpreender com o número de coisas que passam despercebidas. Em parte isso é bom, afinal, é um sinal de que a monotonia não está tomando conta de você. Se você tomasse nota da sua rotina, será que você conseguiria dizer quais são as atividades do seu cotidiano que influenciam diretamente na sua pegada de carbono e como isso impacta o nosso planeta?

É um assunto importante, porque mexe com a forma que pensamos o nosso consumo e também desperta o interesse para mudar a realidade que temos hoje. Você levanta, faz um café, vai trabalhar, pausa para almoçar, termina o expediente e volta para casa. Somente com essa rotina a gente consegue identificar o uso de gás de cozinha, a queima de CO2 durante o trajeto de ida e volta ao trabalho, se for feito em um ônibus ou carro particular e até mesmo a forma que você separa o lixo da sua casa. 

O que gera mais impacto?

Tudo gera um impacto, resta saber se ele é positivo ou negativo para o planeta. O debate se faz presente, porque o meio ambiente tem pedido socorro há muito tempo. Anualmente pode-se observar que as mudanças climáticas estão cada vez mais constantes e encontrar alternativas para melhorar o desempenho da saúde do planeta se tornou uma prioridade para todos. 

Você sabia que entre os anos de 1990 e 2018 as emissões brutas de gases do efeito estufa (GEE) do Brasil passaram de 1,73 para 1,93 bilhão de toneladas de gás carbônico? Dado esse que representa um aumento de 11%. No entanto, existem movimentos que trabalham na conscientização e que colaboram para que a realidade da saúde do nosso planeta mude, priorizando o ambientalismo e a nossa responsabilidade como indivíduos.

As ações que mais geram impactos negativos para o meio ambiente estão internalizadas em nosso cotidiano. A forma que a gente consome, precisa estar sempre presente em nossos pensamentos. Diariamente são feitas milhares de queima de CO2 de veículos (carros, ônibus, caminhões etc) que estão atrelados aos nossos compromissos e atividades para lazer, afinal, será que existe alguma outra forma de se locomover?

Também não podemos esquecer do uso excessivo no mercado petroquímico, siderúrgico e das indústrias. Quando falamos sobre proteger e preservar, é necessário pensar sobre o que já tem sido feito na contribuição negativa para o nosso planeta, mas também nas alternativas que vão ser fatores de neutralização desses impactos. 

A redução das florestas nativas a partir do desflorestamento ocasiona a maior concentração de CO2 atmosférico, devido ao fato de que o processo de fotossíntese é responsável pela captação de CO2.  Hoje existem projetos que trabalham na preservação e no combate a queimadas e desmatamentos que acontecem diariamente motivadas pela indústria. As queimadas, além de serem prejudiciais devido a emissão de CO2 advinda da queima da floresta, ainda ocasiona a redução da área verde captadora do gás de efeito estufa, onde liberam o carbono armazenado na biomassa florestal para a atmosfera na forma de CO2. 

Ainda existe esperança para o meio ambiente?

Organizações trabalham para possibilitar alternativas para que empresas poluidoras contribuam para a preservação do meio ambiente. Uma delas é o crédito de carbono, que é um certificado digital que reconhece um ato, ou seja, comprova que uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) deixou de ser emitida para a atmosfera por uma determinada empresa ou projeto ambiental. Podemos dizer que é a forma mais adequada para responsabilizar esse custo ao poluidor, fazendo com que empresas com altos índices de poluição comprem crédito de carbono e possibilitando que outras vendam créditos.

Hoje há diversas alternativas que visam melhorar o estado do nosso planeta. Porém, muitas delas precisam de uma boa estrutura para garantir que todos consigam colaborar. Uma dessas alternativas pode ser a peça que faltava para você contribuir positivamente para o meio ambiente e neutralizar todo o impacto individual, ou melhor, toda a sua pegada de carbono. 

Através da tokenização do crédito de carbono hoje é possível salvar o planeta e ainda ter um ativo digital, o MCO2, o token criado pela MOSS que está funcionando em prol do meio ambiente. A alternativa é uma das formas mais seguras para potencializar projetos de preservação e recuperação das florestas do nosso país continuem funcionando a todo vapor e garantindo a vida do nosso maior bem, a nossa Amazônia. 

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O crédito de carbono pode salvar o mundo

Através do crédito de carbono, o MCO2  é uma das alternativas para reduzir os impactos do aquecimento global

Com o aumento da emissão de gases de efeito estufa ao longo de todo século XX, em 1997, no Protocolo Kyoto, foi criado o crédito de carbono. O objetivo da criação desse crédito é ter um mecanismo que possa compensar a emissão desses gases, que causam diversos problemas sociais e ambientais, como o aquecimento global, a extinção de espécies e fenômenos naturais de grande impacto como inundações e furacões.

O crédito de carbono é um certificado que comprova que uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) deixou de ser emitida para a atmosfera por uma determinada empresa ou projeto ambiental. Ao comprar esses créditos, você está investindo em projetos que visam capturar o excesso de dióxido de carbono presente na atmosfera, reduzindo assim o efeito estufa e suas consequências. 

E como isso é feito? Através de iniciativas que visam a preservação de florestas e o manejo sustentável, onde a interação com a floresta é feita com o objetivo de causar o mínimo de impacto à natureza, ajudando na conservação da mata e da biodiversidade local.

Como posso adquirir créditos de carbono?

Hoje, qualquer pessoa física ou jurídica pode comprar créditos de carbono. Com um valor inicial próximo de cem reais, esses créditos podem ser adquiridos online, de forma simples, em, no máximo, dois minutos. Dentro do mercado de crédito de carbono, a MOSS se destaca como a maior plataforma ambiental do mundo que disponibiliza esse serviço.

Na nossa plataforma digital, os créditos podem ser comprados e vendidos em um mercado seguro e transparente, pois são auditados por instituições internacionais que regulam o registro dos créditos seguindo um protocolo global. Ao comprar créditos de carbono, você financia diretamente projetos que visam a proteção ambiental, o manejo florestal (em especial, da Floresta Amazônica) e a responsabilidade social, por meio da melhoria da qualidade de vida das pessoas da região em que o projeto está inserido.

Quais projetos estão sendo apoiados pela MOSS?

Hoje, diversos projetos ambientais estão sendo apoiados através da compra de crédito de carbono pela MOSS, como o Amazon Rio REED+ IFM, o Agrocortex e a Fazenda Fortaleza Ituxi.

Amazon Rio REED

O projeto Amazon Rio REED+ IFM consiste na conservação de quatro áreas particulares denominadas Amazon Rio I, II, III e IV. Juntas elas somam 20.387 hectares de floresta primária, localizadas no estado do Amazonas. O objetivo principal é reduzir as emissões de gases do efeito estufa e, para isso, as ações desenvolvidas preveem: a conservação dos ecossistemas florestais e da biodiversidade; o desenvolvimento social sustentável da região, incluindo a promoção do ecoturismo e pesquisa científica; e as reduções de emissões de dióxido de carbono (CO2) através da contenção do desmatamento e da degradação florestal. 

Agrocortex

A Agrocortex Madeiras do Acre é uma empresa do setor florestal brasileiro focada na sustentabilidade. A companhia sustenta um dos maiores projetos de exploração florestal sustentável do Brasil voltado para a produção madeireira a longo prazo, o Agrocortex REDD Project, baseado em práticas que respeitam o meio ambiente de modo a nunca exaurir os recursos naturais e ainda contribuir para que a floresta se regenere.

Em 2020, o  Agrocortex REDD foi o vencedor do prêmio Voluntary Carbon Market Rankings 2020, na categoria Melhor Projeto Individual de Compensação. “De 2014 a 2020, o projeto já evitou o desmatamento de 5.300 hectares de floresta. Além disso, gerou renda e emprego para uma das regiões mais pobres do Brasil”, explicou Marcos Pretto, CEO da Agrocortex. O projeto conta com certificações VCS, SocialCarbon e FSC®, e 100% das vendas de créditos de carbono são reinvestidas no projeto.

Fazenda Fortaleza Ituxi

A Fazenda Fortaleza Ituxi visa proteger as florestas localizadas em uma das regiões com maior taxa de desmatamento na Amazônia: o município de Lábrea, no Amazonas. O projeto também inclui a implementação de atividades para apoiar e garantir o manejo florestal sustentável, beneficiando a comunidade local.  O plano de manejo florestal começou a ser implementado em 2013 e tem uma duração proposta de 30 anos. Até 2015, foi estimada uma redução de 1.181.732 toneladas de dióxido de carbono. Você pode conhecer mais sobre o projeto Fortaleza Ituxi no nosso blog.

Para que projetos como esses continuem existindo, é fundamental que pessoas, empresas e governos se unam para aumentar, primeiramente, a conscientização sobre a importância da floresta e, depois, atrair investimentos e incentivos que abarque projetos como o Amazon Rio REED+ IFM, o Agrocortex e a Fazenda Fortaleza Ituxi. Se você ficou interessado por esse assunto e também quer ser um agente de mudança para ajudar esse e outros projetos, clique aqui, acesse nossa plataforma agora mesmo e cadastre-se!

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Conheça 5 mulheres que trabalham na luta pelo meio ambiente

As mulheres que estão fazendo a diferença em prol do meio ambiente

Nos últimos anos a temática sobre a saúde do meio ambiente tem se tornado ainda mais frequente na vida da gente. A mudança climática mostra que algo precisa ser feito urgentemente para reverter os impactos negativos que estão colocando em risco não somente o nosso planeta, mas também os seres vivos que moram nele. 

Existem diversos debates sobre pessoas que estão trabalhando de forma ativa para mudar essa realidade em diversos lugares do mundo. Nomes importantes estampam capas de jornais e revistas, mas hoje nós separamos uma listagem de mulheres que estão empenhadas nessa luta justamente com o objetivo de celebrar o Dia Internacional da Mulher.

Cristal Muniz

A primeira é Cristal Muniz, uma designer brasileira que participou de um desafio que mudou sua vida: parar de produzir lixo. Ela tomou essa decisão inspirada na Lauren Singer, uma ativista ambiental que fez o mesmo e estava sem produzir lixo por dois anos. 

Nesse processo, Cristal começou a alimentar o site Um Ano Sem Lixo para compartilhar suas tentativas. Ela se baseou na experiência de Lauren (que é americana e, portanto, vive em um contexto diferente), e buscou soluções próprias para a redução do lixo, adequado às condições e à realidade brasileira. 

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Cristal Muniz, designer.

O conteúdo que postava em suas redes alcançou cada vez mais usuários, tomando grandes proporções e levando Cristal a participar do TEDx e à produzir um livro com suas dicas e descobertas, chamado “Uma vida sem lixo: Guia para reduzir o desperdício na sua casa e simplificar a vida”. 

O objetivo principal de Cristal é zerar até mesmo o consumo do lixo que pode ser reciclado, uma vez que, em determinado momento, o coeficiente de reciclagem se esgota – e a única saída para o produto são os aterros sanitários.

Wangari Maathai 

A segunda de nossa lista é a Wangari Maathai. Ela teve uma oportunidade que pode ser lida como rara para uma mulher queniana: Ela foi uma das 300 estudantes do país selecionadas para o Programa Airlift África, que ofereceu a oportunidade de estudar nos Estados Unidos. 

Após se graduar e fazer mestrado em Biologia, ela voltou ao Quênia, onde ela teve uma nova perspectiva sobre os danos ambientais em seu país e sobre a necessidade de direitos das mulheres.

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Wangari Maathai, mestre em Biologia e ativista ambiental.

Ela criou o Movimento Green Belt para lidar com ambos, ensinando as mulheres quenianas como plantar novas árvores em áreas desmatadas e como obter fonte de renda delas de forma sustentável. 

Desde então, o Movimento treinou 30 mil mulheres para tirá-las da fome e plantou 51 milhões de árvores. Por seu trabalho, recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2004, sendo a primeira mulher africana a receber o prêmio.

Vanessa Nakate

A terceira mulher da nossa lista é a Vanessa Nakate, uma ativista ambiental ugandense. Ela cresceu em Kampala, capital de seu país, e iniciou seu ativismo em dezembro de 2018 em razão da preocupação com os altos índices de temperatura na Uganda. Inspirada por Greta Thunberg a iniciar seu próprio movimento climático em Uganda, ela iniciou um ataque solitário contra a abstenção de posicionamento acerca da crise climática em janeiro de 2019. 

Por vários meses, ela foi a única manifestante fora dos portões do Parlamento de Uganda. Gradualmente, outros jovens começaram a responder aos seus pedidos nas redes sociais para que outros ajudassem a chamar a atenção para a situação das florestas tropicais no Congo. 

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Vanessa Nakate, ativista ambiental.

Assim, Nakate fundou a Youth for Future Africa (Juventude para a África Futura) e o Rise Up Movement (Movimento para se Erguer). Em dezembro de 2019, ela foi uma das poucas ativistas jovens a discursar na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2019 na Espanha.

No início de janeiro de 2020, Nakate se juntou a outros vinte jovens ativistas climáticos de todo o mundo para publicar uma carta aos participantes do Fórum Econômico Mundial pedindo às empresas, bancos e governos que parassem imediatamente de subsidiar os combustíveis fósseis.

Greta Thunberg

O quarto nome que separamos para vocês é o da Greta Thunberg que apresentou uma queixa formal à ONU (Organização das Nações Unidas) – mais especificamente, ao Comitê dos Direitos da Criança. A denúncia, feita em conjunto a outros 15 jovens ativistas (de 8 a 17 anos), pede que os países criem medidas para proteger as crianças dos efeitos da crise climática. 

Nascida em Estocolmo, capital da Suécia, Greta diz que ouviu sobre mudanças climáticas e aquecimento global pela primeira vez aos oito anos, durante as aulas do ensino fundamental. Em entrevista à BBC, a garota conta que o assunto a abalou tanto que, aos 11, entrou em depressão profunda, deixando, inclusive, de ir ao colégio.

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Greta Thunberg, ativista ambiental.

Seu pontapé inicial como ativista da causa climática aconteceu em agosto de 2018. Greta, na época com 15 anos, começou a faltar na escola para protestar, todos os dias, na frente do Parlamento sueco. A ideia era manter a greve até o começo de setembro, quando seriam disputadas as eleições gerais do país.

A menina ganhou companhia logo nos primeiros dias de protesto, mesmo sob as críticas de que ela não deveria abdicar das aulas para defender suas reivindicações. Ao jornal The Guardian, Greta disse que, enquanto estava na rua, não deixava de ler livros, especialmente sobre o clima. E aproveitou para cutucar o governo: “O que eu vou aprender na escola? Os fatos não importam mais. Se os políticos não estão ouvindo os cientistas, então por que devo aprender?” 

Gisele Bündchen 

O nosso quinto e último nome é o de Gisele Bündchen, que é uma das ativistas do meio ambiente mais famosas e engajadas. Prova disso é que ela acaba de doar R$ 100 mil para a Brigada Alto Pantanal, campanha lançada no início de setembro que visa a captação de recursos para a criação de duas equipes permanentes e aparelhadas de brigadistas para atuarem na prevenção e no combate a incêndios no Alto Pantanal (região de divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). 

A modelo e ativista ambiental fez a doação por meio do seu fundo, o “Luz Alliance na BrazilFoundation”. Para Gisele, poder contribuir para a criação da Brigada Alto Pantanal significa ajudar a conservar a vida. “Neste mundo, estamos todos conectados e o que acontece em um lugar tem reflexos em outros. Por isso, precisamos aprender a viver em equilíbrio com a natureza e, também, honrar todas as dádivas que ela nos provê”, argumenta. 

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Gisele Bündchen, modelo e ativista ambiental.

Nos últimos anos, Gisele tem atuado fortemente para levantar recursos para apoiar causas e ações de conscientização pela preservação dos recursos naturais e proteção dos povos indígenas. 

Sem sombra de dúvidas essas mulheres estão fazendo a mudança de forma positiva em prol da saúde do nosso planeta. Um fato importante é começarmos a nos questionar sobre o que nós podemos fazer aqui e agora para mudar essa realidade que não tem sido positiva. 

Você sabia que através do crédito de carbono você pode incentivar de forma direta projetos que trabalham na preservação da Amazônia? A MOSS está empenhada nessa luta e acredita que tudo pode mudar. E você? O que está fazendo para mudar a saúde do nosso planeta?

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Plantar ou proteger?

Plantar ou proteger: o que é mais urgente?

As alternativas que podem garantir de forma eficaz para a melhora na saúde do nosso planeta.

O debate sobre a saúde do nosso planeta não é novidade para ninguém, afinal, a constante mudança climática já é um resultado do aquecimento global e tem afetado o cotidiano de todos nós. Mas há um fator que pode explicar o porquê disso acontecer com tanta frequência? 

Não podemos deixar de falar sobre a importância das plantas que são fundamentais para a vida na Terra. São elas que geram oxigênio, alimento, fibras, combustíveis e remédios. São elas também que trabalham para o controle da temperatura, no equilíbrio e na dinâmica da água no planeta. 

A Amazônia tem sofrido com o desmatamento desenfreado e isso é uma das causas que pode explicar um pouco sobre esses resultados não tão positivos para o nosso planeta, tendo o aquecimento global como um deles. Ter a consciência de que a saúde do meio ambiente está relacionada a nossa saúde é um dos pontos chaves para que possamos pensar em alternativas que sejam eficazes para mudar o que acontece agora. 

Uma dessas alternativas seria pensar nas formas que podemos combater o desmatamento. Poderíamos nós plantar uma determinada quantidade de plantas para contribuir na redução das áreas desmatadas ou seria melhor investirmos em ideias que vão trabalhar na proteção dessas áreas? 

Afinal, plantar ou proteger?

Certamente você deve estar se perguntando “plantar ou proteger? Qual a opção mais eficaz para o mundo?”. Ter o start de pensar numa forma para mudar o que acontece neste exato momento é muito positivo.

É de extrema importância entendermos que não há uma alternativa certa ou errada, mas existe a possibilidade de pensarmos em alternativas que poderão corresponder a ideias mais abrangentes “macro”, e que poderão contribuir ainda mais na redução desses impactos.

Pela lógica, quando você planta uma determinada espécie você até pode estar fazendo algo de positivo para a saúde do nosso planeta, mas o fato de você plantar em uma área sob seu controle, a sua contribuição acaba não sendo tão expressiva para as outras formas de vidas que estarão neste espaço. Ou seja, neste determinado contexto podemos dizer que plantar, seria uma atitude de pensamento “micro”, porque não há diversidade. 

Em contrapartida temos a alternativa de um pensamento “macro”, mais abrangente, temos a possibilidade de cuidar de uma determinada área, que tem como resultado principal a preservação da biodiversidade deste espaço.

A biodiversidade pode ser considerada através das diversidade de espécies, que é a riqueza de espécies existentes, diversidade genética que é a diversidade de genes entre os indivíduos de uma espécie e a diversidade de ecossistemas que é a diversidade de ecossistemas nos quais as comunidades biológicas habitam e interagem.

O debate sobre como podemos colaborar para a melhora da saúde do planeta é urgente, assim como ter a consciência sobre o nosso impacto social no mundo, o nosso consumo e a as ações feitas por nós. O mundo precisa da nossa ajuda e do nosso cuidado, só que agora.

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Garanta MCO2 com Liquidity Mining

Liquidity Mining é o programa de recompensas da MOSS

A MOSS está atenta com o que acontece no mundo para acompanhar as tendências que geram benefícios para seus usuários. Por sermos a maior plataforma de crédito de carbono do mundo criamos agora um programa de recompensas que pretende oferecer liquidez para os usuários da nossa plataforma, listado no Uniswap.

Antes de tudo é importante falarmos sobre o que é a Uniswap, que é uma bolsa descentralizada que garante liquidez para milhões de usuários e centenas de aplicativos Ethereum. A partir de agora, a MOSS vai garantir uma espécie de “cashback” para quem fizer o processo na plataforma Liquidity Mining. 

Para participar desse programa de recompensas, basta seguir o passo a passo que preparamos para te ajudar nesse processo. Veja abaixo:

  1. Primeiramente você precisa baixar um app chamado MetaMask, que te permite acessar o link e participar, para ser recompensado com MCO2 Token. O app pode ser tanto uma extensão pro Chrome, quanto um app pra Android ou IOS. 
  1. Depois, é necessário baixar e instalar a extensão MetaMask pro Google Chrome antes de acessar o https://liquiditymining.moss.earth/. 
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  1. Para desbloquear a sua carteira é preciso acessar o site liquiditymining.moss.earth
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  1. Após entrar no site, clique no pool que deseja adicionar liquidez no UNISWAP.
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  1. Forneça liquidez no UNISWAP, mas antes você tem que aprovar as transações em sua carteira.
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  1. Volte para liquiditymining.moss.earth e clique em “stake”
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  1. Em apostar clique em aprovar e esperar para ver uma transação minerada, você tem que aprovar a transação em sua carteira
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  1. É importante lembrar que um pool sempre é a relação entre dois ativos ou criptomoedas. É só escolher em qual pool você quer adicionar liquidez para conseguir o MCO2 Token.
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  1. Então aposte sua liquidez no pool e comece a ganhar MCO2!
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Fiquem ligados nas redes sociais da MOSS para mais informações sobre o mercado de crédito de carbono e como você pode ajudar o planeta.

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