Autor: Lia Soares

Plantar ou proteger: o que é mais urgente?

As alternativas que podem garantir de forma eficaz para a melhora na saúde do nosso planeta.

O debate sobre a saúde do nosso planeta não é novidade para ninguém, afinal, a constante mudança climática já é um resultado do aquecimento global e tem afetado o cotidiano de todos nós. Mas há um fator que pode explicar o porquê disso acontecer com tanta frequência? 

Não podemos deixar de falar sobre a importância das plantas que são fundamentais para a vida na Terra. São elas que geram oxigênio, alimento, fibras, combustíveis e remédios. São elas também que trabalham para o controle da temperatura, no equilíbrio e na dinâmica da água no planeta. 

A Amazônia tem sofrido com o desmatamento desenfreado e isso é uma das causas que pode explicar um pouco sobre esses resultados não tão positivos para o nosso planeta, tendo o aquecimento global como um deles. Ter a consciência de que a saúde do meio ambiente está relacionada a nossa saúde é um dos pontos chaves para que possamos pensar em alternativas que sejam eficazes para mudar o que acontece agora. 

Uma dessas alternativas seria pensar nas formas que podemos combater o desmatamento. Poderíamos nós plantar uma determinada quantidade de plantas para contribuir na redução das áreas desmatadas ou seria melhor investirmos em ideias que vão trabalhar na proteção dessas áreas? 

Afinal, plantar ou proteger?

Certamente você deve estar se perguntando “plantar ou proteger? Qual a opção mais eficaz para o mundo?”. Ter o start de pensar numa forma para mudar o que acontece neste exato momento é muito positivo.

É de extrema importância entendermos que não há uma alternativa certa ou errada, mas existe a possibilidade de pensarmos em alternativas que poderão corresponder a ideias mais abrangentes “macro”, e que poderão contribuir ainda mais na redução desses impactos.

Pela lógica, quando você planta uma determinada espécie você até pode estar fazendo algo de positivo para a saúde do nosso planeta, mas o fato de você plantar em uma área sob seu controle, a sua contribuição acaba não sendo tão expressiva para as outras formas de vidas que estarão neste espaço. Ou seja, neste determinado contexto podemos dizer que plantar, seria uma atitude de pensamento “micro”, porque não há diversidade. 

Em contrapartida temos a alternativa de um pensamento “macro”, mais abrangente, temos a possibilidade de cuidar de uma determinada área, que tem como resultado principal a preservação da biodiversidade deste espaço.

A biodiversidade pode ser considerada através das diversidade de espécies, que é a riqueza de espécies existentes, diversidade genética que é a diversidade de genes entre os indivíduos de uma espécie e a diversidade de ecossistemas que é a diversidade de ecossistemas nos quais as comunidades biológicas habitam e interagem.

O debate sobre como podemos colaborar para a melhora da saúde do planeta é urgente, assim como ter a consciência sobre o nosso impacto social no mundo, o nosso consumo e a as ações feitas por nós. O mundo precisa da nossa ajuda e do nosso cuidado, só que agora.

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Garanta MCO2 com Liquidity Mining

Liquidity Mining é o programa de recompensas da MOSS

A MOSS está atenta com o que acontece no mundo para acompanhar as tendências que geram benefícios para seus usuários. Por sermos a maior plataforma de crédito de carbono do mundo criamos agora um programa de recompensas que pretende oferecer liquidez para os usuários da nossa plataforma, listado no Uniswap.

Antes de tudo é importante falarmos sobre o que é a Uniswap, que é uma bolsa descentralizada que garante liquidez para milhões de usuários e centenas de aplicativos Ethereum. A partir de agora, a MOSS vai garantir uma espécie de “cashback” para quem fizer o processo na plataforma Liquidity Mining. 

Para participar desse programa de recompensas, basta seguir o passo a passo que preparamos para te ajudar nesse processo. Veja abaixo:

  1. Primeiramente você precisa baixar um app chamado MetaMask, que te permite acessar o link e participar, para ser recompensado com MCO2 Token. O app pode ser tanto uma extensão pro Chrome, quanto um app pra Android ou IOS. 
  1. Depois, é necessário baixar e instalar a extensão MetaMask pro Google Chrome antes de acessar o https://liquiditymining.moss.earth/
  1. Para desbloquear a sua carteira é preciso acessar o site liquiditymining.moss.earth
  1. Após entrar no site, clique no pool que deseja adicionar liquidez no UNISWAP.
  1. Forneça liquidez no UNISWAP, mas antes você tem que aprovar as transações em sua carteira.
  1. Volte para liquiditymining.moss.earth e clique em “stake”
  1. Em apostar clique em aprovar e esperar para ver uma transação minerada, você tem que aprovar a transação em sua carteira
  1. É importante lembrar que um pool sempre é a relação entre dois ativos ou criptomoedas. É só escolher em qual pool você quer adicionar liquidez para conseguir o MCO2 Token.
  1. Então aposte sua liquidez no pool e comece a ganhar MCO2!

Fiquem ligados nas redes sociais da MOSS para mais informações sobre o mercado de crédito de carbono e como você pode ajudar o planeta.

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De carros populares ao automobilismo da Stock Car: os impactos da combustão de gasolina.

A liberação de dióxido de carbono (CO2) e outros poluentes no meio ambiente.

Há 136 anos e apresentando uma aparência diferente dos atuais, uma das invenções mais notórias estreava a sua presença no cotidiano da sociedade e nas ruas da cidade de Mannheim, na Alemanha. Com um formato familiar a de uma carruagem e possuindo apenas três rodas na sua estrutura, o primeiro carro equipado com motores a quatro tempo – modelos que ainda são utilizados nos veículos modernos – realizava, em sua velocidade máxima de 16km/h, a viagem pioneira registrada por um automóvel com essas características. Além deste feito inédito para a época, o Patent-Motorwagen iniciava outro processo comum nos dias de hoje: a combustão de gasolina e a liberação de Dióxido de Carbono (CO2) – e outros poluentes – durante os trajetos. 

Entenda como funciona o processo de combustão e os danos gerados

Tanto no passado como no presente, este procedimento é essencial para ativar o desempenho dos motores presentes nos veículos, pois gera uma reação química entre substâncias liberando o calor e a luz necessários para o funcionamento do carro. Porém, durante a combustão, diversos produtos são liberados nos escapamentos, como Monóxido de Carbono (CO) e Óxidos de Nitrogênio (NOx), que são altamente perigosos à saúde e ao meio ambiente. 

Em alto nível, esses elementos podem causar dificuldade ao respirar, dor de cabeça e, em casos graves, até a morte. Além disso, são os grandes responsáveis no aumento dos buracos na camada de ozônio em nosso planeta, contribuindo para o efeito estufa e no aquecimento da temperatura global. 

Para compreender os impactos negativos desse método no dia a dia, um veículo simples (popular) e movido à gasolina libera cerca de 120 gramas de gás carbônico por quilômetro rodado, com a quantidade sendo variável de acordo com a potência do motor. Em São Paulo, por exemplo, segundo o inventário de emissões veiculares realizado pela CETESB de 2018, os carros despejaram em seus trajetos, naquele ano, 299 mil toneladas de Monóxido de Carbono (CO), 63 mil toneladas de Hidrocarbonetos Não Metano (NMHC), 165 mil toneladas de Óxido de Nitrogênio (NOx) e outras toneladas de poluentes tóxicos.

Os danos ao meio ambiente não são exclusivos de veículos tradicionais e da rotina urbana, mas também, alcançam níveis devastadores na área do automobilismo. Entre altas velocidades, trocas de marchas e pausas para o abastecimento e troca de pneus no Pit Stop, os carros de Fórmula 1 liberam cerca de 500 kg de dióxido de carbono (CO2) por corrida. Segundo os dados da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em 2019, os automóveis da F1 deixaram mais de 255 mil toneladas de CO2 no final daquela temporada.

Há uma maneira de neutralizar?

De acordo com a pesquisa realizada por Marcelo Akira Kanno (UNICAMP) sobre os impactos do automobilismo no meio ambiente, para realizar a absorção de apenas as emissões de CO2 liberadas durante a temporada da Fórmula 1 seriam necessárias 8500 árvores maduras. Para mensurar um pouco mais os danos gerados apenas por esses veículos e a quantidade de árvores necessárias para neutralizar as consequências, é possível projetar com a quantia existente no planeta. 

Conforme indica o estudo da Revista Nature, o número de árvores existentes no mundo é cerca de 3,04 trilhões, com uma margem de erro de 5%. Essas estatísticas apontam que há 422 para cada ser humano vivo. Para combater as emissões cedidas pelas temporadas do automobilismo, os veículos da Fórmula 1 necessitam de 20 vezes mais o número de apenas uma pessoa para contabilizar os 8500. 

Em busca de ações que neutralizem as emissões de poluentes, a Stock Car adotou a prática de neutralização dos Dióxidos de Carbono (CO2) com a plantação de árvores e plantas. Com o projeto pioneiro que ficou conhecido como Selo Carbono Zero, a categoria plantou mais de 1.500 mudas para compensar as 45 toneladas de gás carbônico liberadas pela combustão de cerca de 20 mil litros de combustível dos seus veículos durante a corrida. 

Além da descarbonização através do cultivo e cuidados com áreas verdes, o surgimento das novas tecnologias para os automóveis permite uma diminuição na taxa de emissão de poluentes, mas em níveis mais lentos, pois o alto preço de aquisição e o custo de manutenção dos sistemas nestes veículos mais modernos são valores fora da realidade para boa parcela da população que já possui modelos mais antigos. 

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Blockchain: O que é e para que serve?

Entenda como funciona a tecnologia que está revolucionando estruturas de negócios pelo mundo – e o seu dia a dia.

O assunto pode até assustar. E faz sentido. Entender – e também tentar explicar – o que é blockchain continua sendo uma missão árdua, mesmo ela já tendo 11 anos de operação. Isso ocorre justamente pela complexidade dessa tecnologia, responsável por uma das maiores revoluções que estamos vivendo.

A blockchain tem transformado estruturas de mercados, agilizou processos em diferentes indústrias e está no seu dia a dia – já vamos chegar lá. Antes, vamos entrar um pouco no funcionamento dela.

COMO A BLOCKCHAIN OPERA

Primeiro, vamos à tradução da palavra, que pode ajudar para uma ideia inicial: “cadeia de blocos”. 

Para definir de uma forma simples: a blockchain é uma rede mundial descentralizada, de milhares de computadores, que trabalham de forma acelerada e em larga escala, verificando os dados e as transações registradas nela. 

Cada verificação forma um bloco, que funciona como validação. Por exemplo, se você registra os dados do contrato da venda de um imóvel na blockchain, esses dados vão percorrer a rede e serão verificados pelos computadores. Isso evita, por exemplo, que um mesmo imóvel seja vendido para mais de uma pessoa – para falar aqui de forma bem resumida e direta sobre um dos aspectos da blockchain.

Daria para comparar a um livro contábil, porém tecnológico, gigantesco, ágil e visível para o mundo todo. Isso também não significa que todo mundo vai poder ver os dados do seu contrato de venda de um imóvel. O que fica transparente são as verificações que o validaram, com informações como data e hora. 

MAS A BLOCKCHAIN É CONFIÁVEL? 

Os blocos verificados são criptografados, o que os torna invioláveis. Não podem ser corrompidos ou apagados. E como a rede está toda conectada, um mesmo dado ou código que representa alguma transação não pode ser repetido. Se for repetido, a rede não valida. 

Por isso, uma das palavras mais usadas por especialistas para definir a blockchain é confiança. 

Aí pode surgir uma dúvida: quem é que faz essas validações? Tem uma pessoa ali sentada em frente ao computador verificando cada dado? Claro que você sabe que não, é algo humanamente impossível. Mas isso é assunto para nosso próximo artigo – entrar mais a fundo na operação da blockchain. 

BLOCKCHAIN NO MEU DIA A DIA?

Se você achou estranho quando falamos isso lá no início, normal. Como é uma tecnologia difícil de traduzir em uma explicação simples – inclusive para quem trabalha diretamente com ela -, a blockchain acaba passando despercebida. 

Qualquer empresa pode utilizar a blockchain: seja para registrar dados dos funcionários, processos internos e produtos, seja para registrar operações com clientes. A rede também é usada para transações financeiras.

Mas como é feito o acesso? Existem várias empresas que oferecem plataformas para uso da blockchain. Além disso, várias estruturas de “cadeia de blocos” derivaram da primeira blockchain, que começou a funcionar com código aberto em 2009. 

Quando a blockchain é usada por uma loja ou uma fábrica, por exemplo, os processos, de uma forma geral, continuam os mesmos de um sistema normal, como softwares para cadastros de clientes, produtos, estoque, serviços, etc. O que muda, na blockchain, é a base das operações: uma rede global, eficiente e segura – que esperamos ter ajudado você a conhecer melhor.

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Não perca nossos próximos conteúdos. A MOSS – além de transacionar tokens créditos de carbono em blockchain e salvar florestas -, produz materiais exclusivos para você ficar por dentro de temas relevantes. E para ajudar você a ajudar o planeta.

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Conheça o projeto Fazenda Fortaleza Ituxi

O projeto Fazenda Fortaleza Ituxi visa proteger a floresta localizada em uma das regiões de maior taxa de desmatamento da Amazônia: o município de Lábrea. 

Você conhece o projeto Fazenda Fortaleza Ituxi? A MOSS é uma plataforma ambiental que oferece de maneira online e fácil um meio de combater a mudança climática, fomentar a preservação das florestas e, consequentemente, preservar o planeta. 

Nossa missão é compensar o impacto negativo das emissões de gases do efeito estufa sobre o planeta, com o desenvolvimento de um novo mercado de crédito de carbono. Ou seja, os projetos de crédito são uma solução para criar um sistema sustentável e regenerativo, impactando positivamente o ambiente, sociedade e economia. 

Com o valor da compra dos créditos de carbono, projetos podem ser financiados, viabilizando a manutenção da floresta e ajudando o desenvolvimento das comunidades ao redor dela. Um dos projetos financiados pela venda de créditos de carbono é a Fazenda Fortaleza  Ituxi. 

Como funciona o mercado de crédito de carbono?

Os créditos de carbono são certificados digitais que representam o quanto de dióxido de carbono (CO2) uma empresa deixou de lançar na atmosfera ou o quanto de sua emissão foi evitada por meio de projetos ambientais.

A MOSS se destaca como a maior plataforma ambiental do mundo que disponibiliza esse serviço. Na nossa plataforma digital, os créditos podem ser comprados e vendidos em um mercado seguro e transparente. Afinal, eles são auditados por instituições internacionais que regulam o registro dos créditos seguindo todo o protocolo global. 

Com a discussão sobre a emissão de gases de efeito estufa (GEE), é possível trazer o aquecimento global para a consciência de todos e estimular o debate na sociedade sobre esse assunto, mostrando quem são os maiores poluidores. Dessa conscientização, surgem ideias e soluções interessantes, como a compra de créditos de carbono que beneficiam projetos importantes, como a Fazenda Fortaleza Ituxi.  

O dinheiro da compra dos créditos de carbono vai diretamente para projetos certificados de preservação da Amazônia, que incluem o combate ao desmatamento, a atuação contra o aquecimento global e a proteção da fauna, flora e recursos hídricos da região. 

O que é o Projeto Fazenda Fortaleza Ituxi REDD?  

O projeto REDD Fortaleza Ituxi visa proteger as florestas localizadas em uma das regiões de maior taxa de desmatamento na Amazônia: o município de Lábrea. O projeto também inclui a implementação de atividades para apoiar e garantir o manejo florestal sustentável, beneficiando a comunidade local. 

A sigla REDD significa Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, que é um incentivo para recompensar financeiramente projetos que estão reduzindo o desmatamento.  Com atividades sustentáveis, é possível evitar emissões de gases do efeito estufa associados ao desmatamento e à degradação florestal.  

A Fazenda Fortaleza Ituxi 

A Fazenda Fortaleza Ituxi está localizada no sul da Amazônia e possui 150 mil hectares para preservação ambiental. O seu objetivo é manter o manejo sustentável e evitar o desmatamento, impulsionando a capacitação da comunidade local, que depende da floresta, com o cultivo do açaí e castanhas, por exemplo. Assim, ao estimular esse projeto, é possível manter a floresta e as famílias seguras. 

O plano de manejo florestal começou a ser implementado em 2013 e tem uma duração proposta de 30 anos. Até 2015, foi estimada uma redução de 1.181.732 tCO2 de emissões de gases do efeito estufa. Contudo, o início da implementação foi bem difícil, por causa de grileiros, posseiros, invasores e a conscientização dos moradores locais. 

Ricardo Stoppe Jr. é o dono da Fazenda Ituxi e relembra como no início o chamaram de louco. “Quando começamos, os locais desdenharam do projeto e diziam para eu desmatar tudo e criar gado. Hoje, alguns anos depois, recorrentemente, me procuram perguntando sobre o projeto e como podem investir também”. 

Atualmente, Ricardo está muito confiante e feliz com os resultados do projeto. “Se a viabilização financeira se mantiver com a venda dos créditos de carbono, eu realmente acredito que a Amazônia pode ser salva.” O dono da fazenda destaca que a parte mais difícil foi fazer com que as pessoas entendessem o projeto e seus benefícios para além da parte financeira. Hoje, Ricardo destaca que já há procura de outras pessoas para investimento em novas áreas, que também são bastante desmatadas. 

O manejo florestal sustentável é o principal objetivo do projeto. O sucesso da Fazenda Ituxi pode ser explicado pela seriedade e fiscalização com que tudo é realizado. Assim, com a presença de trabalhadores nas atividades de gestão, investimentos em segurança e treinamentos, inibe-se as pressões de invasão dentro da área do projeto. Há ainda outros benefícios, como a preservação da biodiversidade local, da fauna e dos recursos hídricos. 

Como você pode ajudar? 

Você sabia que, em média, uma pessoa gera ao ano mais de 1,6 toneladas de gás carbônico? Imagine esse valor ao multiplicar por todos os habitantes do planeta? Assim, não apenas as empresas, mas os cidadãos também possuem responsabilidades quanto à poluição. 

Ao comprar um crédito de carbono, é possível contribuir com o meio ambiente, evitando que 1 tonelada de gás carbônico seja gerada, colaborando positivamente com a mudança da realidade atual. 

Assim, o valor da comercialização desses créditos é destinado a projetos sociais e ambientais, como o projeto da Fazenda Fortaleza Ituxi. Dessa forma, quanto mais créditos forem comercializados, maior será a percepção de valor da floresta, diminuindo o desmatamento e tornando mais rentável mantê-la de pé do que derrubá-la. 

Portanto, você também pode e deve ajudar a floresta Amazônica, promovendo projetos como o da Fazenda Ituxi. Ao comprar créditos de carbono, você impactará positivamente a sociedade, sendo apenas o começo de todo bem que esse mercado pode trazer para as florestas.

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Os impactos positivos do projeto Agrocortex

O projeto Agrocortex está prevenindo o desmatamento na Amazônia, ajudando na preservação da biodiversidade local, da fauna e dos recursos hídricos.

Você conhece o projeto Agrocortex? A MOSS é a maior plataforma ambiental do mundo e promove inovação, preservação das florestas e desenvolvimento econômico e social de regiões desassistidas por meio da venda de créditos de carbono. 

O objetivo da MOSS é enfrentar o aquecimento global e fomentar ações sustentáveis para garantir um planeta melhor para as próximas gerações. Para alcançar esses objetivos, a organização trabalha com uma plataforma de venda de créditos de carbono. 

Com o valor da compra dos créditos de carbono, vai diretamente para os projetos parceiros, viabilizando a manutenção da floresta e ajudando o desenvolvimento das comunidades ao redor dela. Com essas transações, é possível apoiar projetos como a Agrocortex para salvar a floresta Amazônica. 

Para entender melhor sobre o mercado de crédito de carbono e conferir o trabalho desenvolvido pela Agrocortex, leia o conteúdo até o final. 

O que é a MOSS e o mercado de crédito de carbono? 

A MOSS acredita que o impacto positivo na floresta Amazônica é apenas o começo de todo o bem que os créditos de carbono podem fazer pelo mundo. Por isso, desenvolveu uma plataforma de negociação de créditos de carbono. Ela pode ser utilizada por pessoas físicas e empresas. No caso das empresas, a MOSS oferece soluções e conselhos para que organizações minimizem seus impactos com a compra de compensações de carbono. 

Os créditos de carbono são representações que correspondem a uma tonelada de dióxido de carbono. Assim, essa medida serve para calcular a redução das emissões de gases de efeito estufa e possibilitar o seu valor de comercialização. 

O crédito de carbono é uma commodity, por isso, é negociado em dólares. Além disso, vale ressaltar que a MOSS não tem controle direto sobre o seu preço. Ou seja, os preços são definidos em mercados secundários. 

Os ativos são vendidos na plataforma e passam por processos rigorosos que seguem padrões internacionais. A certificação dos créditos selecionados pela MOSS segue o protocolo global VCS (Verified Carbon Standard), que garante o lastro dos créditos, a fim de evitar dupla contagem. 

Para a transação, a MOSS utiliza o MCO2 Token, o primeiro token de crédito de carbono com escala global, que oferece facilidade, transparência e segurança para a compensação de pegada de carbono. Por meio de compras de tokens MCO2, os clientes da MOSS já enviaram US$ 10 milhões em 8 meses para projetos de conservação da floresta Amazônica. Esse valor significa a preservação de, aproximadamente, 1 milhão de hectares.  

O que é a Agrocortex Madeiras do Acre?

A Agrocortex Madeiras do Acre é uma empresa do setor florestal brasileiro focada na sustentabilidade. Ela une a conservação ambiental, através do manejo florestal na Floresta Amazônica e a responsabilidade social, por meio da melhoria da qualidade de vida das pessoas da região em que o projeto está inserido.

O manejo florestal sustentável é uma forma de interagir com a floresta para extrair madeira. O objetivo é causar o mínimo de impacto à floresta e ajudar na conservação da mata e da biodiversidade local. Assim, podemos dizer que o manejo sustentável estimula o desenvolvimento da floresta. Estima-se que na área do projeto Agrocortex existam mais de 400 espécies de aves, o que representa cerca de 20% do total das espécies catalogadas no Brasil.

Criada em 2014, a Agrocortex está comprometida em gerir todas as atividades operacionais relativas ao manejo florestal e à industrialização na serraria. As atividades se dividem entre a Fazenda Seringal Novo Macapá, situada na divisa entre os estados do Acre e Amazonas, e sua indústria em Manoel Urbano/AC, a cidade mais próxima da fazenda. 

A empresa sustenta um dos maiores projetos de exploração florestal sustentável do Brasil voltado para a produção madeireira a longo prazo, baseado em práticas que respeitam o meio ambiente de modo a nunca exaurir os recursos naturais e ainda contribuir para que a floresta se regenere.

Além disso, é o único Plano de Manejo Florestal Sustentado (PMFS) no Brasil que é autorizado a explorar a espécie Swietenia macrophylla, King (Mogno) mediante conformidade com legislação específica e o acompanhamento por parte do Comitê Técnico Científico da CITES.

Qual o objetivo do projeto REED Agrocortex? 

O manejo sustentável é a solução para proteger as florestas que cobrem 96% do Acre.  Assim, o objetivo principal do Projeto REDD Agrocortex é evitar o desmatamento não planejado (AUD) da área do projeto de 186.369,66 ha. A estimativa é de redução das emissões anuais de 483.594 tCO2.  

A área do projeto está localizada dentro da Fazenda Seringal Novo Macapá, que está situada nos municípios de Manoel Urbano, Pauini e Boca do Acre, nos Estados do Acre e Amazonas, sudoeste da Amazônia. A propriedade está localizada no chamado “Arco do Desmatamento Amazônico”, pressionada por todos os lados pela pecuária, extração de madeira – legal e ilegal – e por rodovias. 

Além de contribuir para a conservação de longo prazo da região, o Projeto Agrocortex REDD também tem a função de estabelecer uma barreira contra o avanço do desmatamento, dando uma importante contribuição para a conservação da biodiversidade do sudoeste da Amazônia e também para a regulação do clima no Brasil e na América do Sul. 

Em 2020, o Agrocortex REDD Project foi o vencedor do prêmio Voluntary Carbon Market Rankings 2020, na categoria Melhor Projeto Individual de Compensação. “De 2014 a 2020, o projeto já evitou o desmatamento de 5.300 hectares de floresta. Além disso, gerou renda e emprego para uma das regiões mais pobres do Brasil”, explicou Marcos Pretto, CEO da Agrocortex. 

O Projeto Agrocortex REDD conta com certificações VCS, SocialCarbon e FSC® e 100% das vendas de créditos de carbono são reinvestidas no projeto. 

Quais as perspectivas para o futuro? 

Para que projetos como esse continuem existindo, é fundamental que as pessoas, empresas e governos se unam para aumentar, primeiramente, a conscientização sobre a importância da floresta e depois atraindo investimentos e incentivos que abarquem projetos como o da Agrocortex. 

Hoje, o Brasil certifica apenas 5 milhões de créditos por ano, mas tem potencial para certificar 1,5 bilhões. Se o preço dos créditos se aproximarem ao do valor atual europeu, isso pode resultar em 60 bilhões de dólares em exportações para a floresta Amazônica brasileira.

Portanto, projetos como o da Agrocortex geram inclusão social, desenvolvimento econômico, proteção florestal e compensação de carbono.  Se você ficou interessado por esse assunto e também quer ser um agente de mudança para ajudar esse e outros projetos, acesse nossa plataforma agora mesmo e cadastre-se!  

#ProjetoAgrocortex #MOSS #ImpactoAmbiental #CréditodeCarbono #Sustentabilidade  #PreservaçãodaAmazônia

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Conheça o projeto Amazon Rio REDD+ IFM

Você sabe quais os impactos gerados pelos créditos de carbono? Conheça o projeto Amazon Rio REDD+ IFM e entenda melhor.

Você sabe como a venda de créditos de carbono ajuda a preservação da Amazônia e projetos como o Amazon Rio REDD + IFM?  Os créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa que reduziu a sua emissão de GEE.

Cada crédito equivale a uma tonelada de dióxido de carbono e essa medida serve para calcular a redução das emissões de gases de efeito estufa e possibilitar o seu valor de comercialização. Ou seja, por meio de uma plataforma, como a da MOSS, é possível estabelecer um mercado de carbono, em que os créditos são vendidos às empresas ou pessoas físicas. Com esse valor, é possível ajudar na diminuição do aquecimento global e preservação da floresta Amazônica. 

O projeto tem uma abordagem holística e segue alguns objetivos segundo os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.  São preceitos do Amazon Rio: contribuir para a manutenção do clima global, por meio de atividades que evitem a emissão dos GEE. Substituir a exploração seletiva florestal por um projeto de conservação da biodiversidade; preservar a cultura tradicional das comunidades, gerar renda e desenvolvimento local. 

Assim, a venda de créditos de carbono possibilita que projetos como esse sejam desenvolvidos. Entenda melhor! 

O que é o projeto Amazon Rio REDD+ IFM? 

O projeto Amazon Rio REDD + IFM consiste na conservação de um mosaico de quatro áreas particulares denominadas Amazon Rio I, II, III e IV. Juntas elas somam 20.387 hectares de floresta primária, localizadas no Município Manicoré no Estado do Amazonas. 

O início do projeto ocorreu em 2012 e o período previsto para sua duração é de 37 anos, que podem ser estendidos. O objetivo principal é reduzir as emissões de gases do efeito estufa pela degradação evitada. Para atingir o objetivo, as ações desenvolvidas preveem: a conservação dos ecossistemas florestais e da biodiversidade; o desenvolvimento social sustentável da região, incluindo a promoção do ecoturismo e pesquisa científica, e as reduções de emissões de dióxido de carbono (CO2) através da contenção do desmatamento e degradação florestal.

Em fevereiro de 2011, a área foi adquirida pela Empresa Brasileira de Conservação de Florestas (EBCF), que para colocar em prática os objetivos do projeto tomou duas importantes decisões: paralisar as operações de extração de madeira que estavam em andamento nas áreas do Projeto desde 1999 e transformá-las em Reservas Particulares de Desenvolvimento Sustentável (RPDSs).

Assim, foi possível evitar a emissão de GEE e os impactos ambientais na flora e fauna que seriam gerados com a exploração e beneficiamento da madeira. Em substituição, foi implementado um projeto de uso alternativo de terra, sem impactos ao ambiente e que envolveu as comunidades locais como agentes do processo. 

O projeto Amazon Rio REDD IFM foi estruturado para evitar a emissão de aproximadamente 3,2 milhões de toneladas de carbono, beneficiando de forma direta mais de 450 famílias em uma área de 20 mil hectares de biodiversidade Amazônica. Também é importante considerar o fato de que as comunidades locais utilizam as áreas do projeto para sua subsistência, por meio do extrativismo de produtos florestais, como castanhas, frutas, óleos, cipós, além da pesca e caça.

Quais os impactos do projeto? 

O projeto ainda está em desenvolvimento, mas já é possível perceber alguns avanços. Em relação ao clima, quando os ecossistemas estão em equilíbrio, há uma maior resiliência ecológica e social e adaptabilidade frente às mudanças. Ou seja, uma floresta protegida, está mais apta a passar por variações como estiagem ou excesso de chuvas. 

A estimativa é que a cada ano seja reduzida cerca de 86.734,00 (tCO2e). Além disso, com a criação de unidades de conservação de uso sustentáveis, levantamentos e inventários biológicos, o projeto consegue proteger as aves, a biota aquática, os mamíferos, os répteis e os anfíbios.

Há ainda outros impactos que se espera atingir: fim das atividades de corte seletivo, principalmente, das espécies copaíba jacaré, garrote, envira cutia, copaíba mari-mari e paricá, que correspondem a 89% da madeira extraída da região. O projeto também busca diminuir a pesca comercial de espécies de tambaqui e pirarucu e caça de mamíferos e aves.  

Do ponto de vista social, Amazon IFM tem uma forte atuação junto a população da região. Os produtos florestais madeireiros e não madeireiros são utilizados por quinze comunidades ribeirinhas distribuídas em seu entorno. Especialmente, a castanha-do-Brasil, cuja comercialização conta com o apoio das cooperativas da região. 

Ou seja, o projeto Amazon Rio REDD+ IFM tem o objetivo de gerar impactos ecológicos positivos, mantendo as florestas de pé e valorizando a conservação da Amazônia. Além disso, os benefícios desses projetos vão além da preservação ambiental, que também impacta positivamente as comunidades ao entorno do projeto e, consequentemente, melhora a economia do local. 

Com essa proteção e atividades voltadas ao extrativismo e preservação, a população não precisa migrar para outras cidades para conseguir subsistência e com a ajuda de cooperativas, consegue retirar o seu sustento da floresta. Se você se interessou por esse projeto e quer ajudá-lo a continuar existindo, acesse a plataforma da MOSS e compre créditos de carbono. 

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Aumento do desmatamento na Amazônia

De agosto de 2019 até 31 de julho de 2020, 9205km² de área de floresta foram desmatadas na Amazônia. 

O desmatamento na Amazônia vem aumentando exponencialmente nos últimos anos. Apesar da criação de institutos e projetos que visam proteger a floresta, como o projeto da fazenda Ituxi, infelizmente, o número de áreas desmatadas não para de crescer.  

A floresta Amazônica é reconhecida como um repositório de serviços ecológicos, tanto para a comunidade local e os povos indígenas da região quanto para o restante do mundo. Ela representa um terço das florestas tropicais do mundo e desempenha um papel imprescindível na manutenção da qualidade do solo, estoques de água doce e proteção da fauna e flora do local. 

Além disso, os processos que ocorrem na floresta, como evaporação e transpiração, ajudam a manter o equilíbrio climático de várias regiões do país. Porém, à medida que a Amazônia é desmatada, o aquecimento global é intensificado e todos os processos existentes na floresta são prejudicados.

A importância da floresta Amazônica 

Você sabe qual a importância da região Amazônica para todo ecossistema? Essa região contém mais da metade da biodiversidade do planeta e tem um papel preponderante no uso dos seus recursos hídricos. Só a região concentra 20% da água doce do planeta que é utilizada para fornecimento de água potável, navegabilidade e aproveitamento energético. 

O Brasil, tem a segunda maior área florestal do mundo, ficando apenas atrás da Rússia. São 500 milhões de hectares, praticamente duas Índias ou Argentinas só de florestas.

Além disso, por abrigar mais da metade da biodiversidade do planeta, as plantas e animais da região servem como base para a fabricação de medicamentos e insumos que podem salvar milhares de vidas por todo o mundo. Os pesquisadores acreditam que menos de 0,5% das espécies da flora foram detalhadamente estudadas quanto ao seu potencial medicinal. Contudo, com o avanço rápido do desmatamento, corre-se o risco de plantas e animais serem extintos antes mesmo de serem estudados, eliminando uma fonte importante para o desenvolvimento da biotecnologia. 

A Amazônia também contribui economicamente com a vida de 400 mil famílias que vivem do extrativismo. Ou seja, a extração de produtos não-madeireiros, como óleos, resinas, ervas e frutos. Essa extração, racionalmente utilizada, não prejudica os recursos florestais e traz benefícios econômicos à população local, melhorando sua qualidade de vida e fixando a população no campo. 

A região tem o maior estoque de carbono do mundo. A quantidade é tão grande que olhando os 10 países que mais produzem créditos de carbono, o Brasil sozinho teria produção maior que a soma do 4° ao 10°. Ainda que nem todo o estoque brasileiro seja “certificavel”, levando em consideração o valor de cada crédito de carbono atual, de US$ 30, o Brasil teria um tesouro de US$ 1.5 trilhões. 

O avanço do desmatamento na Amazônia 

Em 2019, o desmatamento na Amazônia aumentou 34% em comparação ao ano anterior. Em abril de 2020, os estados que mais perderam mata, foram: Pará (32%), Mato Grosso (26%), Rondônia (19%), Amazonas (18%), Roraima (4%) e Acre (1%).  

Além disso, o desmatamento aumentou 90% em regiões de terras indígenas junto com a descrença que haveria multas e punições, para quem praticasse o ato. Um dos grandes motivos do desmatamento deve-se às declarações do Presidente e Ministro do Meio Ambiente, que flexibilizam e diminuem a gravidade do que tem acontecido na região. 

O desmatamento na Amazônia é uma preocupação para o Brasil e o mundo. Afinal, essa ação leva a alterações significativas para o funcionamento do ecossistema como um todo. Além do desmatamento, as queimadas também preocupam os protetores da região. Pelos cálculos dos pesquisadores do IPAM, se o ritmo acelerado de desmatamento se mantiver, quase 9 mil quilômetros quadrados de floresta podem virar cinzas. 

O papel da floresta no ecossistema

A floresta desempenha um papel-chave na redução de níveis de poluição. Em condições naturais, as árvores retiram CO2 da atmosfera e o absorvem para realizar a fotossíntese. Desse processo, as plantas obtêm oxigênio, que é liberado no ar, e o carbono fica armazenado internamente para manter o crescimento da planta. Devido a esse processo, atualmente, a Amazônia armazena em suas florestas o equivalente a uma década de emissões globais de carbono.

Mas, com o desmatamento e a queimada das florestas, cerca de 200 milhões de toneladas de carbono são liberadas por ano na atmosfera, cerca de 2,2% do fluxo total do globo. Para piorar toda a situação, onde existiam florestas tropicais e úmidas, passa a ter pastagens para a criação de gados. 

Esse tipo de produção também libera CO2 na atmosfera, aumentando ainda mais os níveis de poluição. Essa mudança não traz benefícios ambientais e nem econômicos. O retorno econômico da pecuária extensiva na Amazônia é de apenas 4% se comparado com a exploração madeireira de manejo sustentável, que possui desempenho de 71%. 

A mudança dessa realidade 

Portanto, para uma mudança efetiva dessa realidade, é importante e necessário que os órgãos governamentais intensifiquem a fiscalização e que o Executivo crie leis com punições mais severas quanto aos desmatamentos e às queimadas na região. Mas, enquanto isso não acontece, é possível que o cidadão contribua para diminuir os impactos negativos dessas práticas. 

Há diversos projetos sendo desenvolvidos na Amazônia, com a finalidade de manter a floresta de pé e diminuir o número de desmatamento. Essas ações impactam positivamente a parte ambiental, social e econômica da região e são financiadas por meio da venda de créditos de carbono.

Os créditos de carbono são certificados digitais que representam quanto de dióxido de carbono (CO2) uma empresa deixou de lançar na atmosfera ou o quanto de sua emissão foi evitada por meio de projetos sociais. Assim, ao comprar um crédito de carbono, você evita que 1 tonelada de gás carbônico seja gerada, contribuindo para a manutenção da floresta.

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